Amamentar nem sempre é uma cena de filme. Às vezes é dor, é noite em claro, é o bebê que não pega, é o leite que não vem, é a UTI Neonatal no meio do caminho e a mãe tentando encontrar um jeito de oferecer o peito entre sonda e incubadora.
O Agosto Dourado de 2026 chega com o tema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortalecer o que funciona” e, alinhado a essa proposta, o Projeto Prematurinho está convidando mães que amamentam ou já amamentaram a compartilharem o que viveram.
A iniciativa parte da percepção de que quem já passou por isso sabe o que ajuda. Um relato de outra mãe que atravessou os mesmos medos pode ser o que falta para alguém não desistir.
Por isso, durante todo o mês de agosto, o projeto vai publicar histórias reais e vivências pessoais, sem roteiro e sem filtro. O objetivo é dar voz a diferentes experiências e mostrar que, mesmo quando o começo é difícil, uma trajetória positiva na amamentação é possível.
O Projeto Prematurinho nasceu para apoiar famílias que lidam com prematuridade e internação neonatal, situações em que o aleitamento materno costuma exigir ainda mais paciência, orientação e rede de apoio. É Daiane Katiuscia quem idealiza e conduz o projeto, e é ela quem abre o espaço para que essas histórias saiam do silêncio.
Como participar e enviar seu relato
Para participar, a mãe envia uma foto e um breve relato por meio dos canais oficiais do projeto:
- Instagram: @bemestarematernagem
- WhatsApp: (14) 99634-5111
Não precisa ser um texto longo nem uma foto perfeita. Precisa ser verdadeiro.
Cada história que chega alimenta uma rede de apoio à maternidade que cresce com força. Não de especialistas dando lição, mas de mães que estiveram no mesmo lugar e podem dizer com propriedade:
“Eu também passei por isso, e deu certo.” — Dizem as mães participantes do projeto.
Um começo de vida sustentável, como propõe o Agosto Dourado, também se constrói com informação, acolhimento e a lembrança de que nenhuma mãe precisa atravessar isso sozinha.


