No dia 23 de abril, Marília recebeu Amanda Almeida e Paulo Ornela, dois brasileiros radicados nos Estados Unidos há mais de uma década, para uma palestra que trouxe uma perspectiva diferente sobre proteção patrimonial e internacionalização de ativos. O encontro reuniu pessoas interessadas em entender como estruturar suas finanças além das fronteiras brasileiras.
Perfil dos Especialistas
Amanda e Paulo são nomes reconhecidos na gestão de patrimônio internacional:
- Amanda Almeida: Residente nos EUA há 26 anos, é vice-presidente da 5R Financial e licenciada pelo Departamento de Finanças dos Estados Unidos. Possui MBA pela University of Connecticut, programas executivos pela EmLyon Business School e certificação em Data Science pela HarvardX.
- Paulo Ornela: Com mais de 14 anos de experiência nos EUA, possui trajetória sólida em estruturação de negócios e proteção patrimonial. É pós-graduado pela USP, possui MBA pela UFRJ e mestrado pela UFPA, além de especialização em finanças em solo americano.
A Estratégia da Dolarização
A palestra começou com Amanda estabelecendo o ponto de partida para a internacionalização. Segundo a especialista, o processo exige uma análise cuidadosa e estratégica.
“Você precisa olhar para 30% do seu patrimônio e pensar se faz sentido dolarizar.” — Diz Amanda Almeida
Amanda enfatizou que a decisão vai além dos números, envolvendo objetivos reais, cuidados com dependentes e estabilidade futura.
Por que dolarizar parte do patrimônio?
Paulo Ornela abordou a variável silenciosa que impacta os investimentos locais: a desvalorização constante do Real. Segundo ele, o problema central não é o ativo em si (imóveis ou empresas), mas a moeda em que estão custodiados.
“O problema não é o ativo, é a moeda.” — Diz Paulo Ornela
O especialista destacou que o Real apresenta perda consistente de poder de compra frente ao dólar, impulsionado por:
- Inflação elevada;
- Instabilidade fiscal;
- Crescimento econômico irregular;
- Alta dependência de fatores políticos.
Riscos de Manter 100% do Patrimônio no Brasil
Manter todos os recursos em um único país expõe o investidor a riscos que já se materializaram diversas vezes na história recente:
- Risco Cambial: Perda direta do valor de compra ao longo do tempo.
- Risco Político: Mudanças frequentes nas “regras do jogo”.
- Risco Tributário: Possibilidade de aumento súbito da carga fiscal.
- Risco Jurídico: Insegurança regulatória e instabilidade normativa.
“A questão não é ‘vale a pena investir em dólar?’. A pergunta correta é: faz sentido manter 100% do meu patrimônio exposto às variáveis de um único país?” — Diz Paulo Ornela
Planejamento Sucessório e Proteção Familiar
Um dos temas de maior impacto foi a sucessão patrimonial. Paulo alertou para a burocracia do inventário no Brasil, que pode levar meses ou anos, além de gerar altos custos com advogados e impostos como o ITCMD.
“Seguro de vida não é sobre quem morre, é sobre quem fica.” — Diz Paulo Ornela
A solução apresentada envolve uma estrutura internacional de seguro de vida, que oferece:
- Agilidade: Recursos chegam diretamente aos beneficiários sem passar por inventário.
- Previsibilidade: Acesso rápido ao capital para manter o padrão de vida da família.
- Indexação ao S&P 500: O capital acompanha o mercado americano com “piso de 0%”, garantindo que não haja perdas em anos negativos.
- Cash Value: Construção de uma reserva financeira crescente em moeda forte.
Consultoria Personalizada
Ao final do evento, os especialistas reforçaram que os planos são totalmente personalizados para as necessidades de cada perfil de investidor. Interessados em conhecer essas estratégias de proteção internacional podem entrar em contato com a assessoria de relacionamentos no Brasil.
Contato:
- Esiany Castro – Assessoria de Relacionamentos
- Telefone: (14) 99770-4719
